EPIONE

Parkinson

Centro especializado no tratamento da doença de Parkinson

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Trabalhamos juntos para desenvolver o plano de cuidados certo para você transformar sua qualidade de vida.

Equipe multidisciplinar altamente especializada

Contamos com neurocirurgião especializado em Neurocirurgia Funcional para tratamento cirúrgico de distúrbios do movimento e neurologista clínica focada em Parkinson, com expertise em tratamento clínico e programação da estimulação cerebral profunda.
Fisioterapeuta e neuropsicóloga com expertise em Parkinson, atuando na avaliação e reabilitação para promover qualidade de vida.

Principais Dúvidas

O que causa a doença de Parkinson?

A doença de Parkinson é causada pela degeneração dos neurônios produtores de dopamina no cérebro. Embora a razão para essa degeneração seja desconhecida, fatores genéticos e ambientais estão associados ao aumento do risco de desenvolvimento da doença.

Quem pode fazer a cirurgia de DBS?

A maioria dos pacientes de Parkinson pode fazer a cirurgia de estimulação cerebral profunda, porém nem todos necessitam dela. A cirurgia surge como possibilidade de tratamento quando o tratamento medicamento e as terapias de reabilitação já não controlam de maneira adequada os sintomas, o efeito dos remédios é muito curto e induz movimentos involuntários, chamados de discinesias. Este é o ponto da doença em que a cirurgia é mais indicada.
Quando o paciente responde bem à medicação, mas não tolera seu uso várias vezes por dia, ou em casos de tremor que não respondem à medicação, a cirurgia também pode ser indicada.

Quais são os riscos da cirurgia de estimulação cerebral profunda?

Os principais riscos cirúrgicos são: Infecção - abaixo de 2% em nossa experiência e quando ocorre é resolvida com o uso de antibióticos e, em última instância, o paciente tem o sistema removido
O outro risco – bem menor que o de infecção – é de um eventual sangramento cerebral, podendo ser detectado nos exames pós-operatórios e sendo geralmente assintomáticos.
Outro detalhe muito importante é a escolha do sistema de estimulação mais indicado. Embora exista mais de uma alternativa, é o neurocirurgião a pessoa mais indicada a dar a orientação final.

Existe alguma restrição física após a estimulação cerebral profunda?

Após a estimulação cerebral profunda (DBS), não há restrições físicas significativas. A maioria dos pacientes com Parkinson submetidos a essa cirurgia pode retomar uma vida ativa, praticando exercícios como caminhada, natação, musculação e ciclismo, desde que sigam as orientações de segurança.
A recuperação da autonomia e do controle sobre o próprio corpo é um dos principais benefícios do tratamento com DBS.

Como é feito o diagnóstico da doença de Parkinson?

O diagnóstico é clínico e realizado por um neurologista, com base em exames físicos e histórico do paciente. Exames de imagem, como ressonância magnética ou tomografia, auxiliam a descartar outras doenças.
Cintilografia com TRODAT e Testes genéticos podem ajudar em casos selecionados.

Como o paciente é avaliado para saber se é um bom candidato para cirurgia de DBS?

Antes do procedimento, o paciente passa por uma série de avaliações para determinar o potencial benefício do tratamento. Primeiro, realiza-se o teste de levodopa, no qual o paciente é avaliado antes e após receber a medicação para observar a resposta dos sintomas. Em seguida, são feitas avaliações cognitivas e neuropsiquiátricas que analisam memória, atenção, raciocínio, humor e possíveis efeitos colaterais da medicação. Por fim, o paciente realiza uma ressonância magnética para descartar alterações anatômicas e auxiliar o neurocirurgião na programação da cirurgia. Todas essas etapas são fundamentais para confirmar a indicação adequada do procedimento.

A cirurgia de estimulação cerebral profunda é reversível?

Sim, todo o sistema pode ser desligado ou removido, se necessário. É importante lembrar que ajustes na programação podem ser feitos pelo neurologista para ajustar às necessidades específicas de cada paciente ao longo do tempo.

Como posso ajudar um familiar com Parkinson?

Para auxiliar um familiar com Parkinson, a abordagem ideal combina apoio emocional, cuidado prático e incentivo à autonomia, além de envolvimento com a rotina de medicamentos e consultas. Incentive a prática regular de atividade física adequada para melhorar a mobilidade e o bem-estar. Além disso, promova uma comunicação aberta e respeite a independência do paciente
Lembre-se que cuidar de um familiar com Parkinson é uma jornada que também exige autocuidado. É fundamental que você também cuide da sua própria saúde física e emocional para poder oferecer o melhor apoio possível.

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